Fundação
Abrinq e Sesi firmam parceria com o CNJ para beneficiar
crianças e adolescentes
O programa “Nossas Crianças, um Dever
de Todos”, lançado pelo Conselho Nacional
de Justiça (CNJ) este ano, vai ganhar reforços
com a adesão da Fundação Abrinq
pelos Direitos das Crianças e dos Adolescentes
e do Serviço Social da Indústria (Sesi).
As duas instituições assinam convênios
com o CNJ nesta terça-feira (16/12), para beneficiar
crianças e adolescentes com ações
voltadas para a inserção no mercado
de trabalho, proteção contra violência
doméstica e exploração sexual,
entre outros aspectos. Os acordos foram firmados pelo
presidente do Conselho, ministro Gilmar Mendes e pelo
presidente da Fundação Abrinq, Synésio
Batista da Costa e pelo presidente do Sesi, Jair Meneguelli,
respectivamente.
Para o presidente do CNJ, “as iniciativas significam
o fortalecimento das estruturas de atendimento à
criança e ao adolescente”. Pelo convênio
com a Fundação Abrinq, as ações
do Conselho relacionadas ao programa “Nossas
Crianças” serão incorporadas às
atividades da instituição, que promove
a defesa dos direitos e do exercício da cidadania
de crianças e de adolescentes com iniciativas
para o acesso à educação, saúde,
cultura, lazer, formação profissional
e inclusão digital. Com a Fundação,
deverá ser ampliada a divulgação
de iniciativas do programa do CNJ no setor público
e na sociedade civil.
Na parceria com o Sesi, o programa “Nossas Crianças”
quer proporcionar formação profissional
dos jovens e adolescentes vítimas de exploração
sexual. Entre os objetivos do convênio, está
a inserção do jovem no mercado de trabalho,
além de projetos sociais para envolver também
os familiares no processo de mudança que inclui
a formação em direitos fundamentais
e cidadania.
O programa Nossas Crianças, lançado
em 12 de outubro pelo CNJ, foi criado para unir forças
pela efetivação dos direitos garantidos,
pelas leis brasileiras, para crianças e adolescentes.
É uma campanha social para articular mais de
200 entidades de todo o Brasil, incluindo os tribunais
de Justiça, Ministério Público,
OAB, movimentos sociais, organizações
não-governamentais, universidades, grupos comunitários
e demais instituições de defesa dos
direitos e de proteção à infância.
16/12/2008
FC/SR | Agência CNJ de Notícias