quinta-feira, 30 outubro, 2010 8:10
Automação
permite qualidade e aumenta produtividade na indústria
sucroalcooleira
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ilustração
/ arquivo |
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O curso de Engenharia
de Alimentos da Fazu promoveu a palestra “Automação
e Controle na Usina de Açúcar e Álcool”.
O tema foi apresentado
pelo engenheiro especialista da usina Coruripe, professor
dos cursos de pós-graduação da Fazu,
Geração de Energia e Processamento na Indústria
Sucroalcooleira, Fernando Pedra. O professor falou do avanço
da automação na aplicação e
controle do processo de fabricação de açúcar
e álcool no Brasil.
Segundo ele, a automação
possui segmentos eficientes como a mecatrônica, “que
consiste na combinação sinérgica das
engenharias mecânica e eletrônica, com interface
na informática, para controle e estratégias
empresariais visando o desenvolvimento de produtos e processos
de produção”. Ele informa que a utilização
da automação permite às indústrias
brasileiras atenderem aos padrões de qualidade exigidos
principalmente para exportação dos produtos.
“O setor se torna eficiente na fabricação
para vender e competir”, enfatiza.
Fernando Pedra afirma
que a automação evolui no setor sucroalcooleiro.
“São muitos os investimentos feitos nesses
sistemas, pois por meio deles é possível obter
maior produtividade e qualidade”, comenta. Um exemplo
é a automação nos cozedores a vácuo
para fabricação de açúcar.
A Sugar Technology InternacionaI
– STI foi uma das empresas que inovou ao aplicar sistemas
com câmaras para controle do tamanho dos cristais
de açúcar em cozedores das usinas açucareiras.
Ela lançou o Sugarscope, uma câmera com microzoom
que possui um tubo de spray para limpeza. O sistema não
necessita de manutenção devido ao seu revestimento
robusto com vidro fundido. É feita apenas a troca
de uma lâmpada, quando necessária.
O sistema também
funciona de forma simples: um sinal de vídeo é
transmitido para o processador de imagem onde o tamanho
dos cristais é quantificado durante os primeiros
30 minutos após a semeadura, etapa mais critica do
processo. O dispositivo permite detectar, também,
a formação de espuma e os resultados podem
ser transformados em um sinal de saída para controle
de processos.
Isabela
Avelar | FAZU