sexta-feira, 9 janeiro, 2009 13:14
Milho
tolerante ao estresse hídrico chega à fase
final de aprovação nos Estados Unidos
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Monsanto |
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Avançam também
as pesquisas com o milho SmartStax
Após anos de
pesquisas científicas, o tão aguardado milho
tolerante ao estresse hídrico alcança a última
fase de desenvolvimento antes da aprovação
comercial.
O produto está
agora sob as determinações regulatórias
do Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos,
para avaliações técnicas de características
genéticas e combinações com germoplasmas
de uso comercial no mercado.
O milho tolerante ao estresse
hídrico foi desenvolvido para oferecer aos agricultores
um híbrido mais estável em regiões
ou períodos que sofrem com os efeitos de déficit
hídrico (veranicos) ou baixa disponibilidade de água.
Testes de campo conduzidos em regiões norte-americanas
comprovaram que o novo produto permite um acréscimo
de 6% a 10% de produtividade.
Steve Padgette, Líder
de Biotecnologia da Monsanto Company, declarou que este
é um dos momentos mais importantes do setor de Pesquisa
& Desenvolvimento (P&D) da companhia. “Estamos
agora selecionando os melhores bancos de germoplasma e estudando
as melhores composições para o lançamento
de um híbrido que melhor atenda às necessidades
dos nossos clientes. Será um novo patamar na produtividade
agrícola”, afirma.
Além da tolerância
ao estresse hídrico, avançam também
as pesquisas com o milho SmartStax, que tem múltiplas
características genéticas, conferindo à
planta resistência a uma gama maior de insetos. O
novo milho também está em fase final de desenvolvimento
e a previsão é a de que seja lançado
comercialmente nos Estados Unidos em 2010. Não há
previsão para aprovação comercial no
Brasil. “Esse produto tem genes combinados para resistência
a diferentes tipos de pragas e claramente aumenta a sua
capacidade produtiva”, explica Timothy Conner, Líder
de Estratégias e Tecnologias para a América
Latina. “O objetivo é garantir que os produtores
tenham cada vez mais oportunidades de competir globalmente
e as tecnologias estejam acessíveis, trazendo benefícios
ambientais sustentáveis, pois podem produzir mais
com menor uso dos recursos naturais”, ressalta.
Sobre a Monsanto
A Monsanto está presente no Brasil há quase
60 anos. Pioneira no desenvolvimento de produtos com tecnologia
de ponta na área agrícola – herbicidas,
sementes convencionais e geneticamente modificadas –,
busca soluções que proporcionem aos agricultores
produzir mais com menos recursos. Para isso, investe anualmente
US$ 800 milhões em pesquisa e desenvolvimento de
novos produtos, e pretende dobrar o rendimento de sementes
de milho, soja e algodão até 2030, desenvolver
sementes que reduzam em 1/3 a quantidade de recursos por
unidade produzida, e compartilhar expertise com produtores
para ampliar o seu acesso a modernas tecnologias agrícolas,
especialmente em países pobres e em desenvolvimento.
Considerada por nove vezes consecutivas
uma das melhores empresas do Brasil para se trabalhar segundo
guias divulgados pela revista Exame/ Você S.A e pela
revista Época, emprega hoje cerca de 2 mil pessoas.
Também foi eleita pela revista Business Week como
uma das 10 empresas mais influentes do mundo. Faturou R$
2,7 bilhões em 2007, produzindo e comercializando
a linha de herbicidas Roundup, sementes de soja convencional
(Monsoy) e geneticamente modificada (Roundup Ready®),
sementes convencionais de milho e sorgo (Agroeste, Sementes
Agroceres e Dekalb), algodão, e, ainda, sementes
de hortaliças (Seminis). Em novembro de 2008 entrou
no mercado de cana-de-açúcar, com a aquisição
da Canavialis / Allelyx, do Grupo Votorantim Novos Negócios.
Anualmente, a empresa destina mais de R$ 3 milhões
a projetos socioambientais em todo o Brasil.
via CDI –
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