CaldoQuantico Holopraxis CQL CreSentes DNAtos PARCEIROS EXPEDIENTE ANUNCIE POLÍTICA DE PRIVACIDADE

início     cemig
Siga FarolCom on Twitter facebook youtube dmae
meteorologia whos ctbc
CAPA | GERAL | CADERNO 1 | CADERNO 2 | CADERNO 3 | CADERNO 4 | BLOGS | LINKS ÚTEIS

Instituto Eu Quero Viver
 
segunda-feira, 26 janeiro, 2009 19:50

Sombra e água fresca

 
 
 
divulgação
 
   
  As vacas leiteiras, por exemplo, são extremamente sensíveis ao chamado estresse calórico  
   
     

No calor, animais precisam de cuidados especiais para não sofrer estresse calórico. Estudo mostra que vacas estressadas têm baixa produtividade.

O verão, no Brasil, normalmente registra altas temperaturas. E não só os seres humanos sofrem com o calor, os animais também reagem à elevação dos termômetros.

As vacas leiteiras, por exemplo, são extremamente sensíveis ao chamado estresse calórico. E o resultado é um péssimo indicador para o produtor: perda da produtividade e baixa qualidade do leite, o que, obviamente, afetará diretamente o bolso.

De acordo com o médico veterinário da Calu, coordenador da Área de Desenvolvimento e Assistência ao Cooperado – DAT, Marcelo Nogueira, o animal submetido ao estresse calórico tem problemas com a sanidade e registra o aumento da contagem de células somáticas. Segundo o profissional isso ocorre devido à falta de práticas essenciais de manejo no verão.

Temperaturas de até 25ºC promovem conforto térmico ótimo dos bovinos. Dentro dessa faixa a temperatura corporal pode variar entre 38,4ºC e 39,1ºC. Acima de 25ºC, as vacas poderão sofrer as conseqüências decorrentes de estresse calórico, afetando o estado de saúde e o desempenho zootécnico.

Estudos chegaram à conclusão de que o estresse calórico severo pode provocar perdas acima de R$ 1.000/vaca/ano. Uma estimativa indica que 80% dessas perdas estejam relacionadas com a queda de produtividade e 20% com desordens de saúde – problema de reprodução e imunidade -, os quais resultam em aumento de mortalidade e, particularmente, em maior incidência de mastite.

O que fazer para evitar o estresse calórico?

Infra – Estrutura da propriedade
• Sombra natural ou artificial
• Água fresca de boa qualidade e quantidade suficiente
• No caso de galpões fechados ou free – stall colocação de ventiladores e umidificadores
• Número suficiente de bebedouros para os animais

Alimentação
Recomenda-se:
• Oferta de alimento com maior freqüência;
• Oferecer alimentos em horários mais frescos do dia;
• A ração deve ser ajustada, promovendo uma dieta mais palatável, de alta energia, porém com alto nível de forragem de boa qualidade, para limitar riscos fisiológicos associados ao estresse calórico e em particular à acidose ruminal;
• Aumentar a ingestão de antioxidantes, porque no período de estresse calórico, o balanço oxidativo é alterado. Equilibrando a substância na dieta das vacas, o produtor estará preservando a saúde reprodutiva e imunitária dos animais, prevenindo a mastite.

Avaliação do estresse calórico
• Temperatura retal maior que 39,4ºC
• Freqüência respiratória maior que 100M/m (movimentos por minuto)
• Queda da ingestão de MS: 10% = estresse alto / 25% = estresse severo

via Érica Magalhães /MF Comunicação


Material jornalístico passível de direitos autorais. Fotos e textos podem pertencer
a autores diferentes. Antes de reproduzir por qualquer meio, consulte sobre autorização

Agro

Brasil no Google Maps

Agro

Sindicato Rural de Uberlândia

Grupos do Google
Participe do grupo Farol Comunitário
E-mail:
Visitar este grupo