O
amor tem que estar presente nos nossos dias
domingo, 29 março, 2009 19:11
Naturalmente somos
levados a amar e a construir expressões de sentimentos
bons e honestos. O ser humano que prioriza valores e
recebe ensinamentos que o levem a conhecer os bons efeitos
dessa prática, cria em torno de si a formação
de atos mais polidos e condizentes com uma vida saudável.
A família
é o fator preponderante e responsável
por esse ensinamento que vemos estar muito esquecido,
e talvez, adormecido por medicamentos que causam a apatia
da mordaça inviabilizadora ao respeito aos antepassados.
Quando o amor ultrapassa
a verdade de nossa razão, passamos a empregar
aos ensinados a fragilização que não
deve ser demonstrada aos que ainda desconhecem a formação
desse sentimento. Amar ... não é apenas
permitir coisas ou vontades a quem amamos, mas trazermos
ensinamentos que possam dar a eles uma vida próxima
a que irão enfrentar em um futuro próximo.
Estamos descompassados
e perdidos no ato em permitir, estamos mergulhando as
novas gerações a um consumismo de "SIM"
que, certamente, afastaram deles o sentimento aproximado
de um amor maduro e real. O amor começa no ato
de nossa fecundação, inicialmente no sim
que nossos pais se deram e permitiram o ato de amor
entre duas pessoas. Mas temos visto que pessoas estão
se dando por um acaso, por um desejo sexualizado pelo
modismo e pela aplicação de falsos valores.
Geramos filhos do
acaso, filhos do impulso, filhos de um ficar irresponsável!
Devemos nos preocupar com nossos filhos que devem reconhecer
o amor como sendo uma virtude, uma benção
e um direito a construir um futuro familiar, e não
a banalização de reproduzir pessoas sem
o principio de uma família aproximada. O amor
esta em nós ... assim como o ar que respiramos
ou no simples fato de vivermos.
Ainda há
tempo para mudarmos o errado, ainda temos forças
para trazer a todos eles a exaltação que
os levem a aceitar a vida como algo valorizado em cada
atitude que eles venham a tomar, mas para isso, temos
de acreditar no amor sem traição, no amor
sem brigas ou agressões. Ainda estamos chocados
pela liberdade sexual que nos é imposta pela
mídia ou reportagens que exaltam o sexo pelo
sexo.
O verdadeiro sabor
do amor esta em algo maior, em algo além do simples
ato de se desejar sexo. O amor começa na simplicidade
de um olhar, no desejo de um abraço ou no sabor
de um beijo. O sexo é um complemento, uma clarividência
da afirmação do desejo em prolongar a
beleza desse encontro. O amor nos liga a Deus e, Deus
nos quer amando na verdadeira relação
de um respeito que venha do homem e da mulher.
O amor não
é modismo que um dia vem à tona e no outro
é esquecido! Ele permanece e permanecerá
para sempre no convívio entre nos humanos. Existem
na história muitos fatos que reafirmam o valor
do amor e do quanto estamos ligados a esse sentimento;
Basta tão somente que olhemos a expressão:
Jesus crucificado.
O maior, o mais
importante e verdadeiro gesto de amor entre os homens.
Apesar dos pesares ainda não aprendemos a expressar,
ensinar e praticar esse sentimento na dimensão
exata que Jesus tanto pregou, ainda desconhecemos a
virtude dessa prática, ainda difundimos o amor
como sendo algo impossível de se encontrar. Como
formarmos uma família saudável se não
conseguimos respeitar o amor que deveria unir pessoas?
Como ensinar nossos filhos o que é amor se não
acreditamos em sua existência? Ainda há
tempo de buscarmos uma religiosidade que sustente a
nós e aos que surjam do ato de nosso amor.
Deixemos de lado
o machismo, deixemos de lado o feminismo que transforma
o amor em rivalidade entre sexos. Temos muito que aprender
e devemos respeitar a natureza que nos mostra um equilíbrio
que teimamos em não ver! O amor está na
simplicidade, no compromisso sem tempo, no caminhar
sem correr e no esperar sem cobrar. Se em sua vida existir
um sufocar que distância, um interessar que apenas
compre ou um suportar que impeça o respirar:
reinicie.
O amor e a chave
do perdão, a liberdade do existir e o carinho
do coração!