sábado, 17 dezembro, 2011 21:23
Natal
de Jesus
A ambiência
do 25 de Dezembro deve ser a da Fraternidade Total, agora,
mais do que nunca, imprescindível ao mundo, para
que o ser humano de fato se transforme no cidadão
planetário, que positivamente saiba defender-se
da exploração mundial endêmica.
Não somente
o corpo fica enfermo, a sociedade também. Visando
contribuir para melhorar esse estado de coisas, erguemos
em Brasília/DF o Templo da Boa Vontade (TBV), que
é o Templo do Ecumenismo Irrestrito, ou, ainda,
o Templo do Coração, pronto a agasalhar
toda e qualquer criatura humana e espiritual, isto é,
o Capital de Deus.
O TBV, com o Parlamento
Mundial da Fraternidade Ecumênica (ParlaMundi da
LBV), é o monumento mais visitado de Brasília/DF,
segundo dados da Setur (Secretaria de Turismo do Distrito
Federal). Recebe por ano mais de um milhão de visitantes
do mundo inteiro.
Realçamos
a necessidade imperiosa de viver-se o Natal Permanente,
o Natal diário para a fome (física e espiritual)
do povo, que também é diária.
O Novo Mandamento
de Jesus — “Amai-vos como Eu vos amei. Somente
assim podereis ser reconhecidos como meus discípulos.
Não há maior Amor do que doar a própria
Vida pelos seus amigos” — é o denominador
comum capaz de, fraternalmente unindo, pacificar os corações.
É a Religião da Amizade, do Bom Companheirismo,
destacado por João Evangelista, no Apocalipse.
É a Lei da Solidariedade Universal, portanto espiritual,
moral e social.
Religião é
para dirimir conflitos que nascem da intimidade, enquanto
egoísta, do ser humano. Asseverou Giuseppe Mazzini
(1805-1872), patriota e revolucionário italiano:
“A Vida nos foi dada por Deus para que a empreguemos
em benefício da Humanidade”.
O saudoso fundador
da LBV, Alziro Zarur (1914-1979), ensinava que: “O
ser humano foi criado de tal forma que só pode
ser feliz praticando o Bem”.
E Augusto Comte (1798-1857),
o filósofo do Positivismo, concluía: “Viver
para os outros é não somente a Lei do dever,
mas também da felicidade”. (...)
Ora, Amigos e Irmãos,
quando há pobreza de Amor, há fartura de
ódio. E o resultado disso é a miséria
terrena. Rico é aquele que ama.
Se conseguirmos como
cidadãos do mundo, nesta época de globalização,
finalmente ser mais humildes e generosos, saberemos tirar
do Natal de Jesus seu grande ensinamento para todos os
dias. Eis a grande lição que fica: é
necessário que o Natal de nosso Divino Mestre se
multiplique como a expansão da Fraternidade, pois
não haverá sobrevivência sem ela.