segunda-feira, 20 setembro, 2007 15:13
A
cidade cresce
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Pedro
Reis/FarolCom |
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Vista
a partir da torre da Igreja N.S. do Rosário e
São Benedito em Uberlândia MG |
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O progresso de uma cidade
se dá por um conjunto de fatores, que incluem arrecadação
de tributos gerados pelos habitantes e empresas e uma gestão
responsável desses recursos por seus gestores.
Não é
obra deste ou daquele, principalmente se o "daquele"
só aparece para fazer panfletagem com gibizinhos
coloridos que não fazem outra coisa senão
confundir e iludir.
Venho a estas páginas
sempre que um assunto provoca algum tipo de atentado contra
a minha inteligência. É esse o motor que me
impulsiona a criar alguma coisa. Quando uma cidade recebe
recursos federais e estaduais para somarem-se aos seus próprios
é porque o gestor municipal está cumprindo
com suas obrigações.
Cartazes pela cidade afirmando
que Uberlândia cresce com dinheiro federal é
uma blasfêmia, considerando o modo como o material
está sendo divulgado.
Primeiro: - Quem está
promovendo a tal propaganda, nunca fez qualquer coisa de
concreto pela cidade a não ser gritar e brandir o
punho, imprimir gibizinhos com frases soltas, no mais puro
estilo esquerda mofada.
Segundo: - O dinheiro federal
que entra, precisa das contrapartidas, ou seja, ao contrário
do que diz o cartaz, o governo federal, não é
Papai Noel. Há obrigações e muitas
para serem cumpridas pelo município.
Ora, se o gestor do município
consegue as verbas é porque faz juz legalmente a
elas e está entregando as obras para a população,
ou seja, está fazendo a lição de casa.
As escolas, postos de saúde,
novas, ampliações e reformas; centros de atendimento
ao idoso, centros esportivos e mais uma centena de obras
prontas e em andamento, são fruto da visão
administrativa de longo alcance. O prefeito não está
imprimindo gibizinhos, está trabalhando e muito.
Pessoalmente eu visito todas as inaugurações
e volto depois para conferir o resultado. As coisas funcionam.
Curiosamente o articulador em
Brasília é do partido dos críticos,
mas trabalha pelo bem da cidade e soma com o prefeito porque
age dentro daquilo que os orçamentos pré-votados
e a lei permitem. Eu não sei se eles se gostam pessoalmente,
mas vejo com meus olhos que tem havido muito profissionalismo
e espírito público em benefício da
cidade e de seus moradores.
Governar é uma arte e
depende de inúmeros fatores entre eles a capacidade
administrativa e a sabedoria para construir relacionamentos
frutíferos. É com a diplomacia e a firmeza
que se constroem acordos.
Já faz muito tempo que
eu aprendi a discutir questões, a ceder ou avançar
considerando todos os lados. Bater o pé e fazer birra
é imaturidade.
Nada contra os divergentes, mas
fica muito claro que o único propósito é
ocupar espaço denegrindo a capacidade gestora do
ocupante do cargo, que aliás se não me falha
a memória, foi eleito pelo povo e tem cumprido suas
promessas.
Não existe ser humano,
que esteja de posse de um cargo mandatário, em qualquer
época da história que resolva tudo e conserte
tudo. Mas há os que fazem melhor que a média.
O estilo pinoquiano-maquiavélico é um modelo
cansado e vale lembrar que quem quer fazer de verdade a
diferença, trabalha incessantemente e realiza concretamente.
Daí se for o caso e na época adequada pode
até vir a pleitear um posto de governo.
Nós que somos o povo de
Uberlândia, não queremos conversa, nem discurso,
queremos trabalho e estamos vendo o trabalho. E isto é
um artigo e não uma tese de doutorado.