quinta-feira, 17 junho, 2010 19:25
Twitter
permanece com Galvão no primeiro lugar
Gostemos ou não,
Galvão Bueno, foi a testemunha ocular e o narrador
oficial de grandes momentos do esporte brasileiro mundo
afora.
Entre eles a narração
do penalti do glorioso Roberto Baggio na Copa de 1994, onde
deu para sentir a garganta do Galvão, gritando a
emoção de um país inteiro pela conquista
do tetra no mesmo ano em que perdemos em San Marino o nosso
grande Ayrton Senna na fatídica Tamburello.
Era o Galvão
que estava lá, para chorar e para vibrar como um
torcedor comum.
O CALA
BOCA GALVAO não é para o Galvão
visceral, que vibra e sofre como todos nós, mas para
aquele Galvão que declara que "Depois da derrota
o pior resultado é o empate", ou "assista
depois, capítulo inédito de Vale a Pena Ver
de Novo".
O fato é que
o nosso compatriota vive seu "Céu de Brigadeiro"
e essa piada brasileira virou notícia até
no The New York Times. Não é para qualquer
um.
Nesta Copa de Twitter,
de cerveja que fala, de vuvuzelas, num ano de eleições
no Brasil.
Bem amigos, como costuma
falar nosso locutor esportivo, o negócio é
respirar fundo e esperar por um resultado positivo para
o Brasil em todos os sentidos.
No futebol, nas eleições,
nesse horizonte ampliado que se apresenta para o país
lembrando sempre que quem não perde ganha ou empata,
não necessariamente nessa ordem. e como eu disse
no artigo anterior - que seja então um mantra poderoso
que afasta tudo que é sacanagem das nossas vidas
e que valha mesmo a pena. Um Brasil novo, forte e cheio
de progresso e igualdade social. CALA BOCA GALVAO, que seja
por muitas boas causas. Mesmo que de Baleia no Twitter.