sábado, 31 dezembro, 2011 14:13
Prudência
e canja de galinha
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Fubar
Obfusco/Wikipedia |
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Janus
o deus dos portais e das transições.
Busto do Museu do Vaticano |
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Transpor a virada do
ano não requer grandes malabarismos e depende em
boa parte de pequenos cuidados com coisas que nessa época
costumam ser mais negligenciadas pela evocação
do espírito de férias e de festas.
A comemoração
ocidental tem origem num decreto do governador romano Júlio
César, que fixou o 1 de janeiro como o Dia do Ano-Novo
em 46 a.C.
Na mitologia Greco-Romana,
Jano é o deus dos portais e transições,
inícios e fins. Também é associada
a ele a mudança entre a vida primitiva e a civilização,
o obscurantismo e a ciência, o campo e a cidade e
as cerimônias de mudança durante as vidas dos
mortais. É representado com duas faces, uma olhando
para o passado, outra para o futuro. O mês de janeiro
homenageia Jano.
Esse ponto de transição
marca o fim de uma experiência e a abertura de novas
possibilidades e talvez por isso provoque tanta ansiedade
e euforia nas pessoas.
No exato tempo em que
finalizava esse artigo, chegou a notícia da morte
do jornalista e escritor Daniel Piza, quase que ao mesmo
tempo em que iria discorrer sobre a morte de causas naturais
ou de um mal súbito, que já seriam bastantes
para ceifar do nosso convívio, pessoas queridas e
importantes.
Essa é a única
causa pela qual deveríamos ir desse para o outro
lado, de modo que ao adotarmos a prudência aumentaríamos
as probabilidades de permanecer vivos por um bom tempo.
Excetuado o fortuito
Nos
últimos dez anos, mais de 100 brasileiros morreram
vítimas de queimaduras por fogos de artifício
e quase seis mil foram internados por esse motivo. Só
de janeiro a outubro deste ano, 461 pessoas precisaram ser
hospitalizadas em virtude deste tipo de acidente. (Agência
Saúde)
Nessa época do
ano, caem os estoques dos bancos de sangue, aumenta o número
de acidentes e o de crimes violentos. Aparecem em número
também muito grande os fogos de artifício;
o encontro de motoristas inexperientes com outros muito
experimentados e com excesso de confiança em estradas
nem sempre bem conservadas e no caso do hemisfério
sul, um volume considerável de chuva. E não
posso esquecer das intoxicações alimentares.
De
acordo Eliana de Souza, pediatra e coordenadora da Clínica
Pediátrica do Hospital João XXIII da Fundação
Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), as crianças
são alvos fáceis das bactérias causadoras
das intoxicações. Ela explica que o principal
tipo de intoxicação é a bacteriana,
causada pelas bactérias Salmonella ou Stafilococus,
que podem ser originadas no preparo ou pela deterioração
dos alimentos, como maioneses caseiras e carnes. Os sintomas
são: febre alta, diarréias (que podem ou não
conter sangue), mal estar e dores pelo corpo. (Agência
Minas)
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