quinta-feira, 26 janeiro, 2012 10:54
Farmácia
de Minas em 700 cidades até 2014
“Não
basta termos hospitais, ambulâncias e médicos.
É fundamental também que tenhamos os medicamentos
sendo disponibilizados gratuitamente, especialmente para
as pessoas mais carentes”. - Antonio Anastasia
Governador, a saúde é um tema que
interessa muito aos mineiros. O programa Farmácia
de Minas já chega a mais de 200 cidades. Qual a
importância do Farmácia de Minas para os
cidadãos mineiros?
Antonio Anastasia: Esse é um projeto
muito inovador que os mineiros já estão
conhecendo nas cidades de nosso interior. Na realidade,
não basta na saúde nós termos hospitais,
as Unidades Básicas de Saúde, as ambulâncias,
os médicos. É fundamental também
que nós tenhamos os medicamentos sendo disponibilizados
gratuitamente para que as pessoas, especialmente aquelas
mais carentes, possam ter alcance, possam receber esses
medicamentos. O programa Farmácia de Minas prevê
em um primeiro momento um grande esforço nos municípios
menores de nosso Estado, que representa a grande maioria
dos municípios. Por isso mesmo já estamos
presentes em mais de 200 municípios e até
o final de 2014 vamos chegar certamente a mais de 700
municípios com a presença do Farmácia
de Minas. É um local muito bem construído
e aparelhado, com o farmacêutico que está
ali, mantido com o apoio do Estado pela prefeitura, para
não só guardar e fazer o depósito
de medicamentos, mas, em especial, para orientar aquele
cidadão no uso do medicamento que tenha sido prescrito
pelo médico do SUS.
O senhor está falando dessa questão
dos farmacêuticos. As unidades do Farmácia
de Minas contam com farmacêuticos qualificados para
orientar os cidadãos no uso dos medicamentos. É
esse o diferencial do Farmácia de Minas em relação
a outros programas de distribuição de remédios?
Antonio Anastasia: É verdade.
Minas Gerais é um Estado pioneiro, inclusive em
alocar recursos do tesouro do Estado com esse tipo de
programa. Não só na construção,
em parceria com os municípios, da sede da Farmácia
de Minas, mas também na sessão gratuita
dos medicamentos. É bom dizer que entre 2007 e
agora nós já aumentamos em mais de 70% o
volume de recursos financeiros do tesouro nesse programa
e aumentamos também, consideravelmente, os medicamentos
que são disponibilizados, tanto os chamados de
atenção básica quanto os especializados.
E a presença do farmacêutico é fundamental
porque ele dá a orientação necessária
de acordo com a receita que é determinada pelo
médico para que aquele cidadão, de fato,
siga a prescrição e se cure o mais rápido
possível.
Governador, é verdade que o Farmácia de
Minas acaba ajudando outros programas do Governo do Estado,
como o próprio Mães de Minas que dá
auxilio também às grávidas?
Antonio Anastasia: Não há dúvida.
Porque o Farmácia de Minas acaba sendo mais uma
unidade de saúde no município. É
mais um posto avançado nesse grande esforço
que não só Minas Gerais, mas todo o Brasil
faz em favor do Sistema Único de Saúde,
para nós melhorarmos ainda mais a atenção
à saúde do nosso cidadão. Sabemos
por todas as pesquisas que a saúde é sempre
a maior demanda e temos de investir ainda muito mais.
E a resposta dada pelo Farmácia de Minas é
nesse sentido, inclusive através da nossa fábrica
de medicamento que é a Funed aqui em Belo Horizonte,
a Fundação Ezequiel Dias, que tem aumentado
muito a sua produção e vai aumentar ainda
mais, exatamente para manter os estoques permanentemente
cheios dessas farmácias pelo interior do Estado,
permitindo medicamento de graça e de boa qualidade
ao alcance de todo o cidadão mineiro.
Fonte:
Superintendência de Imprensa do Governo de Minas
Gerais