Agricultores
familiares aprovam desempenho da Emater-MG
quarta-feira, 1 julho, 2009 20:23
Uma pesquisa realizada para avaliar
o atendimento prestado pela Empresa de Assistência
Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas
Gerais (Emater-MG) constatou que o nível de satisfação
do público atendido chega a 80,3%. As entrevistas
foram feitas, entre novembro de 2008 e janeiro de 2009,
pela Focus Pesquisa e Estratégia, contratada para
determinar a qualidade do serviço em diversos aspectos,
como confiabilidade e utilidade das informações
prestadas, até a empatia. Foram ouvidas 1.265 pessoas
atendidas pela Emater-MG, em 164 municípios mineiros.
“A divulgação
desses dados é um momento muito especial, pois representa
o sucesso do esforço realizado por todos os extensionistas
da Empresa, para construirmos cada vez mais uma Minas Gerais
melhor para se viver. Por isso, fazemos questão de
dividir esses avanços, esses resultados, com todos
os nossos parceiros, com as cooperativas, os conselhos,
os sindicatos, os agricultores, os governos municipais,
as câmaras de vereadores e, especialmente, com os
nossos profissionais, que fazem da extensão rural,
cada vez mais, uma missão de vida, de transformar
Minas Gerais num Estado mais igual, mais solidário,
onde as diferenças entre as pessoas e regiões
sejam cada vez menores”, ressaltou o presidente da
Emater-MG, José Silva Soares.
Na definição do
público a ser entrevistado, foram selecionados cerca
de cinco municípios por cada uma das 32 Regionais
da Emater-MG, para que se pudesse ter um panorama de todo
o Estado. No total, 17,5% declararam estar muito satisfeitos
com os serviços da Emater-MG; 62,8% se disseram satisfeitos;
13,3% afirmaram não estar nem insatisfeito nem satisfeito;
5% revelaram insatisfação e apenas 0,9% se
declararam muito insatisfeitos. Outros 0,6% não sabem
ou não responderam.
Pesquisa semelhante será
realizada anualmente para avaliar os pontos do atendimento
da Empresa que podem ser aprimorados, os quais serão
diagnosticados e discutidos junto à Rede de Gestão
Estratégica. “A pesquisa é um instrumento
de gestão. Vamos utilizar estas informações
para aprimorar o nosso trabalho, tanto do ponto de vista
da diretoria como de cada extensionista”, afirma José
Silva.
Agência
Minas