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Agência Brasil / arquivo
 
   

IMA realiza novos estudos sorológicos sobre a febre aftosa em Minas

segunda-feira, 23 agosto, 2010 13:18

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) promove nesta terça-feira, 24, no Parque da Gameleira, um treinamento para 60 médicos veterinários que irão realizar estudos sorológicos sobre a febre aftosa no estado. A sorologia é realizada a partir de exames de sangue nos animais.

A primeira etapa dos estudos começa no mês de setembro para analisar a eficiência da vacinação e comprovar a imunização dos animais contra a doença. Serão amostradas 39 propriedades, localizadas nas Coordenadorias Regionais de Almenara, Bambuí, Curvelo, Governador Valadares, Guanhães, Janaúba, Montes Claros, Oliveira, Passos, Patos de Minas, Patrocínio, Pouso Alegre, Uberaba, Uberlândia, Unaí, Varginha e Viçosa.

Já no mês de outubro, serão colhidas aproximadamente 7 mil amostras de soros de 225 propriedades para comprovar a ausência da febre aftosa no território mineiro.

Neste período, a sorologia também será realizada em outros estados considerados livres de febre aftosa com vacinação. Em Minas, os últimos estudos desse tipo foram realizados nos anos de 2007 e 2008.

No evento também será discutido o Programa Nacional de Erradicação e Prevenção da Febre Aftosa (PNEFA) coordenado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

De acordo com o Ministério, o PNEFA tem como estratégia principal a implantação progressiva e manutenção de zonas livres da doença, de acordo com as diretrizes estabelecidas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). Minas Gerais é um estado considerado livre da aftosa com vacinação há 14 anos.

Segundo o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, é importante investir constantemente na vigilância sanitária para que Minas continue sendo área livre da febre aftosa com a vacinação.

“Com o controle da doença e um rebanho sadio, os consumidores tem a garantia de estarem consumindo uma carne de qualidade. Além disso, abrem-se as portas para o mercado externo e isto repercute diretamente na nossa economia”, completa Altino Rodrigues.

Agência Minas

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