segunda-feira, 1 novembro, 2010 19:25
Começa
segunda etapa de vacinação contra aftosa em
Minas
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Nesta
etapa serão vacinados os animais entre 0 e 24
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A segunda fase da Campanha Nacional
de Vacinação contra Febre Aftosa começa
nesta segunda-feira (1º) e vai até 30 de novembro
em Minas Gerais. A expectativa é que o índice
de 98,4% alcançado no mesmo período do ano
passado seja ultrapassado. Nesta etapa serão vacinados
os animais entre 0 e 24 meses nas 340 mil propriedades pecuárias
mineiras.
Atualmente, Minas Gerais é
reconhecido pela Organização Mundial de Saúde
Animal (OIE) como área livre de febre aftosa com
vacinação. No entanto, o Estado está
empenhado em transformar o seu território em área
livre da doença sem vacinação.
Por isso, o Instituto Mineiro
de Agropecuária (IMA) está convocando todo
o segmento da agropecuária mineira para participar
diretamente dessa etapa de imunização que
significa o fim da batalha de mais de trinta anos contra
a aftosa.
O diretor-geral do IMA, Altino
Rodrigues Neto, ressaltou que ainda não é
possível abrir mão da vacinação
contra a febre aftosa visto que ainda existem regiões
com riscos desconhecidos em relação à
doença. “O melhor neste momento é continuar
com a vacinação do rebanho por pelo menos
mais dois anos para termos segurança de que não
existe mais a circulação do vírus em
território brasileiro”, finaliza.
O status de área livre
de febre aftosa sem vacinação permitirá
a exportação de carne bovina para mercados
como Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos. Além
disso, o consumidor terá uma melhora na qualidade
do produto.
Programa Nacional
de Erradicação da Febre Aftosa
O Programa tem como estratégia principal a implantação
progressiva e manutenção de zonas livres da
doença, de acordo com as diretrizes estabelecidas
pela OIE.
As ações desse
programa são: cadastro e manutenção
atualizada dos dados de propriedades rurais; promoção
e fiscalização da vacinação
de bovinos e bubalinos; supervisão da vacinação
em áreas ou propriedades de risco, controle do trânsito
de animais e de seus produtos e subprodutos; fiscalização
da distribuição e o comércio de vacinas
contra a aftosa; atendimento e erradicação
dos focos da doença; desenvolvimento de sistema de
informação e vigilância sanitária
em nível estadual e fiscalização de
eventos agropecuários (feiras, exposições,
leilões e outras aglomerações).
Para ser considerado livre de
febre aftosa, o país deve comprovar que não
existem casos da enfermidade em seu território.
Agência
Minas