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Terça-feira, 10 Dezembro, 2013 23:38

Convênio acerta construção de entrepostos para o queijo minas artesanal

Carlos Alberto/Imprensa MG
O entreposto é uma estrutura onde os queijos ficam reservados para o processo de maturação, que no caso da região da Canastra é de 21 dias

O entreposto é uma estrutura onde os queijos ficam reservados para o processo de maturação, que no caso da região da Canastra é de 21 dias

O Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) assinou nesta terça-feira (10) um convênio com o município de São Roque de Minas, objetivando promover a construção de duas unidades de entreposto de Queijo Minas Artesanal com sede no município e no distrito de São José do Barreiro. O convênio tem o valor de R$ 947.822,15, sendo R$ 900.000,00 cedidos pelo IMA e R$ 47.822,15 referentes à contrapartida do município. O convênio vigerá da data de sua assinatura até dezembro de 2015, podendo ser prorrogado.

O entreposto é uma estrutura onde os queijos ficam reservados para o processo de maturação, que no caso da região da Canastra é de 21 dias. Cumprido o prazo, o queijo é embalado e distribuído. Muitos produtores não têm espaço suficiente para maturar toda a produção pelo período necessário em suas propriedades. Os entrepostos de maturação vêm atender esta demanda. Além disso, a produção que passar pelos entrepostos de maturação estará habilitada para ser comercializada em todo o país.

O prefeito de São Roque de Minas, Roldão de Faria Machado, ficou muito satisfeito com a assinatura do convênio. "Os dois entrepostos, juntamente com a nova Lei do Queijo Minas Artesanal vai mudar a vida da nossa cidade. O produtor vai sair da clandestinidade e agregar valor ao produto. O queijo não será mais vendido por R$ 8. O produtor vai vender seu queijo legalmente para todo o Brasil por R$ 25 ou R$ 30", comemorou.

De acordo com o diretor-geral do IMA, Altino Rodrigues Neto, a assinatura do convênio foi viabilizada por meio da emenda de participação popular destinados pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais. Rodrigues Netos acrescenta ainda que o Instituto quer unir forças com o produtor, sendo um parceiro. "Não queremos apenas fiscalizar. Nossa intenção é criar condições necessárias para que os produtores mineiros produzam de acordo com a legislação vigente e que mantenham a qualidade da produção", afirma.

via Agência Minas

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