Pegada
de Carbono - reduza a sua!
A Pegada de carbono é a medida do impacto das atividades
humanas sobre as emissões de gases do efeito estufa,
ou seja, condiz com a quantidade de dióxido de carbono
equivalente liberada na realização de cada
atividade.
O ciclo de vida de um
produto pode ser usado como exemplo. Durante a fabricação,
várias etapas liberam gases do efeito estufa, como
a extração e o transporte das matérias-primas,
a energia utilizada, o transporte do próprio produto,
a estocagem (pode incluir câmaras frias) e finalmente
a disposição (em lixões, aterros sanitários
ou incineradores).
Ricardo Neuding sócio
e engenheiro da ATA – Ativos Técnicos e Ambientais
dá dicas simples que podem ajudar a reduzir sua pegada
de carbono.
Uma das iniciativas
mais eficazes para reduzir a pegada de carbono é
diminuir a dependência de combustíveis fósseis
que, quando queimados, emitem toneladas de dióxido
de carbono (CO2) na atmosfera. Outro fator importante é
a economia de energia elétrica. Além de reduzir
os custos com a conta de luz no fim do mês, essa ação
colabora com os esforços globais de mitigação
dos impactos do desenvolvimento humano sobre os recursos
naturais.
Na rua:
Na hora de comprar um veículo, prefira os que vêm
com a opção flex fuel, abastecer com etanol
é menos prejudicial ao ambiente. Quanto maior e mais
potente o motor do carro, mais ele irá consumir e
poluir.
Faça regulagem periódica do veículo
e prefira lavagem a seco (algumas opções são
mais baratas que a tradicional usando água).
Não jogue lixo na rua.
Em casa:
Aproveite a luz do sol para iluminar a casa, abra bem as
janelas e cortinas.
Use o aparelho de ar-condicionado de maneira racional: com
portas e janelas fechadas e os filtros regularmente limpos.
Cuidado para não esquecer o carregador do celular
ligado na tomada.
Prefira água filtrada à engarrafada, que exige
transporte por veículos a diesel.
Utilize recipientes reutilizáveis, como as bombonas
de 10 e 20 litros, ao invés de garrafas descartáveis
de plástico. Na composição do plástico
existem elementos derivados do petróleo.
Não seque roupas atrás da geladeira, isso
aumenta consideravelmente o consumo de energia. O varal
tradicional é sempre mais indicado que a secadora.
Use restos de alimentos como adubo orgânico nos vasos
de flores ou plantas.
Realize transações bancárias pela internet
– economize o tempo e combustível do deslocamento.
Procure fazer compras nos mercados próximos a sua
casa, onde pode ir a pé. E aproveite para levar a
sua própria sacola, reduzindo o consumo de plástico.
Opte por produtos locais e da estação, que
não precisam ser transportados por longas distâncias.
Prefira produtos duráveis aos descartáveis,
esse é o pontapé inicial para reduzir a quantidade
de lixo gerado no mundo.
Reserve o óleo de fritura em garrafas PET e depois
encaminhe para alguma entidade que possa reaproveitá-lo.
Adote o uso de pilhas e baterias recarregáveis. As
descartáveis devem ser entregues em postos de coleta,
jamais jogadas no lixo comum.
No trabalho:
Desligue equipamentos quando não os estiver usando.
Desabilite a proteção de tela do computador,
que gera um consumo desnecessário de energia.
Imprima com responsabilidade.
Recicle material do escritório; adote o uso de papel
ecoeficiente ou reciclado e aproveite os dois lados das
folhas de papel.
Tente resolver questões por telefone, ao invés
de pegar trânsito para ir e voltar a reuniões
rápidas.
Se puder escolher, prefira notebook ao computador de mesa
para economizar energia. No caso de só ter o PC,
tente mudar o monitor por um de LCD.
Tenha a sua própria caneca, para evitar desperdício
de copinhos de água e café.
Contrate bikeboy, ao invés de motoboy. É mais
barato e menos poluente.
Use mídias regraváveis, drives USB e o e-mail.
Estes meios são mais indicados do que os CDS e DVDs
tradicionais feitos de plástico.
Sobre a ATA
A ATA é uma empresa que fornece serviços especializados,
técnicos e financeiros relacionados à gestão
de carbono. Presente no mercado desde 2004, a empresa conta
com uma equipe especializada para atuar em diversos setores,
entre eles a indústria, o agro-negócio e a
construção civil.