Exposições no MUnA – julho/agosto
de 2008
O Museu Universitário de Arte da Universidade Federal de Uberlândia
(MUnA /
UFU) - realiza três mostras do seu Programa de Exposições
2008.
As três
exposições serão individuais,
José Guedes – Mediterrâneo;
Cássia Aresta –
Marcas Indeléveis;
e Danilo Garcia - Vestígios.
As exposições, que também marcam os 10 anos do MUnA,
têm abertura prevista
para 09 de julho às 19h30. O período das exposições
será de 10 de julho a
13 de agosto, de segunda a sexta feira das 8h30 às 17h.
Mais informações na secretaria do
MUnA - Museu Universitário
de Arte
Praça Cícero Macedo, 309 - Bairro Fundinho
fone 34 - 32317708
www.muna.ufu.br
Sobre as
exposições e artistas
MEDITERRÂNEO - José Guedes
Mediterrâneo é uma exposição com 26 paisagens
construídas digitalmente a
partir de registros fotográficos de José Guedes feitos em
recente viagem pela
Itália (Costa Amalfitana), pela Grécia e pela Turquia.
Todas as paisagens são compostas por sobreposições
de imagens que misturam
cidades, países e até continentes, criando janelas para uma
realidade
absolutamente pictorial.
Guedes é um artista multimídia que procura expandir as possibilidades
da
pintura, quase sempre se utilizando da fotografia do vídeo e da
instalação.
MARCAS INDELÉVEIS - Cássia
Aresta
Os trabalhos de Cássia Aresta se constituem de marcas realizadas
com agulha em
papel branco. Traços precisos, persistentes que ora organizam nosso
olhar ora
desorganizam, conferindo instabilidade às buscas desse olhar que
se vê na
ambigüidade da sutileza dos traços.
A exposição apresenta 25 trabalhos em papel, 2 (dois) deles
de tamanho 0,35 x 0,20 cm, 6 (seis) de tamanho 0,50 x 0,20 cm e 17 (dezessete)
no tamanho de
0,23 x 0,15cm. São colocadas numa apresentação intimista
para indicar que há uma descoberta arqueológica para o olhar.
A artista, com sua produção mais forte em tinta e tela, utiliza
mais o papel
neste trabalho e convida o expectador a olhar melhor estas marcas que são
quase
imperceptíveis aos olhos. Porém estão lá. Estão
presentes mesmo sem nos
darmos conta da existência delas.
VESTÍGIOS – Danilo Garcia
A exposição parte da compreensão do sentido da palavra “vestígio”,
em
que o termo corresponde a uma “pisada ou marca deixada por um homem
ou
animal”, “aquilo que restou de um ato”, ou “qualquer
marca, traço, indício, sinal que localizem alguém ou
algo”; marcas
corpóreas são
deixadas sobre lâminas de vidro, registrando um ato efêmero
e delicado, que se
cristaliza em um suporte de qualidade do que não é ambíguo,
de clareza e
limpidez.
A identidade se registra, o desenho se torna evidente. Sendo um desenho,
frágil
e delicado sobre um suporte transparente, trinta e duas lâminas de
medida 7 x 7
cm, pedem para que a parede seja revestida com vinil adesiva do preto de
medida
16x21 cm, que gera opacidade e visão.
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