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terça-feira, 7 maio, 2013 21:49

O destino das arenas pós-Copa

morguefile.com
O estádio não é só pra Copa, mas sim para a cidade sede ocupá-lo posteriormente

O termo já é conhecido de muitos. Os elefantes brancos são aquilo que têm um investimento e uma manutenção de imenso valor, mas com pouca utilidade.

Assim serão algumas arenas após a Copa do Mundo no Brasil. A ideia de levar os jogos aos mais diferentes estados brasileiros é válida, mas tudo isso tem um custo e que está relacionado a uma visão de médio prazo.

A discussão é antiga, mas uma matéria do Jornal O Globo publicada no último sábado acendeu ainda mais o assunto.

A questão talvez devesse ser mais vista nos tempos em que o Campeonato Brasileiro de Futebol teve início. Assim, seria mais fácil democratizar o apoio aos clubes em vez de concentrá-lo nas grandes capitais.

Estados como Mato Grosso, Amazonas e o Distrito Federal não possuem times de grande expressão em cenário nacional. Tampouco seus clubes disputam as séries A e B do principal torneio do Brasil. O calendário dessas equipes é curto, e se junta ao principal ponto que vem a provocar o efeito elefante branco: a média de torcida das equipes das cidades de Cuiabá, Brasília e Manaus.

O estádio não é só pra Copa, mas sim para a cidade sede ocupá-lo posteriormente. E como ocupar um palco de futebol para locais que levam uma média de menos de mil pessoas para ver o campeonato estadual? As três arenas têm capacidade para mais de 40 mil lugares cada e custaram quase R$ 2 bilhões juntas.

A alternativa é fazer com que elas sejam multiuso. E será que outros esportes teriam maior adesão do público do que a principal paixão brasileira? Em Cuiabá, os amantes do esporte estão voltando os olhos para algo ainda em ascensão: o futebol americano. Isso dá sinais de que por lá, o Cuiabá Arsenal, deve mandar jogos do campeonato brasileiro de futebol americano na nova arena.

Entre partidas, o estádio pode se transformar em palco para concertos musicais e outros espetáculos. A partir do efeito elefante branco pode-se perceber que já passou da hora da CBF e outras entidades ligadas ao futebol repensarem a forma de divisão de receitas com os clubes para fomentar o futebol fora do eixo sul e sudeste.

Basta olhar e observar há quantos anos um clube fora das duas regiões não conquista o título de campeão brasileiro. Uma equipe forte e que ganha títulos conquista torcida. Esse deve ser o negócio.

Alguém arrisca investir?

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