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sábado, 14 novembro, 2015 - 19h53

Espírito Santo cria força-tarefa para crise do Rio Doce

Integração com órgãos federais e demais instituições, acelerar as medidas de prevenção, atividades de recuperação para o futuro e duas novas ações em função da passagem da lama de rejeitos oriundas das barragens

   

Buscando a integração com os órgãos federais e demais instituições e acelerar as medidas de prevenção, pensando também nas atividades de recuperação para o futuro, o Governo do Espírito Santo anunciou, na manhã deste sábado (14), duas novas ações em função da passagem no Rio Doce capixaba da lama de rejeitos oriundas das barragens da Samarco, em Mariana, Minas Gerais.

Para isso, foi enviada uma carta à ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e criado um comitê de gestão desta crise ambiental.

A coletiva para a imprensa foi realizada neste sábado (14), na Residência Oficial do Governo do Estado, onde foi assinado o decreto de criação do Comitê Gestor da Crise Ambiental na Bacia do Rio Doce. O decreto será publicado na próxima segunda-feira (16), no Diário Oficial, porém as atividades do grupo têm início imediato.

Fred Loureiro/Secom-ES
O objetivo é acompanhar as ações de socorro, assistência, resposta e mitigação ao desastre, bem como para reestabelecimento dos serviços afetados, de recuperação dos ecossistemas e de reconstrução por conta da lama de rejeitos | Foto: Fred Loureiro/Secom-ES
O objetivo é acompanhar as ações de socorro, assistência, resposta e mitigação ao desastre, bem como para reestabelecimento dos serviços afetados, de recuperação dos ecossistemas e de reconstrução por conta da lama de rejeitos

O objetivo é acompanhar as ações de socorro, assistência, resposta e mitigação ao desastre, bem como para reestabelecimento dos serviços afetados, de recuperação dos ecossistemas e de reconstrução por conta da lama de rejeitos. O Comitê irá atuar como uma força-tarefa do Estado e será vinculado à Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama). Este grupo deve ainda agir em cooperação com órgãos e entidades do poder público municipal, estadual e federal.

“Nosso objetivo é integrar as ações do Governo do Estado, mas em conjunto com outros órgãos que nos auxiliam nos momentos de crise. Esse comitê também poderá convidar, caso necessário, outras instituições, visando monitorar o que está em trâmite e acelerar a adoção de novas medidas”, explicou o secretário de Estado do Meio Ambiente, Rodrigo Júdice.

Além dele, também fazem parte do Comitê: o secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Octaciano Neto; o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar; Coronel Carlos Marcelo D’Isep Costa; comandante do Batalhão de Polícia Ambiental, Tenente Coronel Francisco José Silva Gomes; a diretora- presidente do Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), Sueli Tonini; o diretor-presidente da Agência Estadual de Recursos Hídricos (AGERH), Paulo Paim; e o procurador geral do Estado, Rodrigo Rabello.

“Quanto mais água economizada dos rios capixabas, mais água vai chegar com vida no Doce para ajudar na sua recuperação. Este grupo criado pelo decreto tem uma ponte com realidade desse momento, mas projeta uma interligação com nossos Comitês de Bacias Hidrográficas e diversas outras instituições. Precisamos estar juntos e olhar também para frente, pois os problemas vão acontecer e depois teremos que recuperá-los”, disse Paim.

Carta

Já foi enviada à ministra do Meio Ambiente, Izabella Mônica Vieira Teixeira, uma carta do governador Paulo Hartung solicitando o envio de especialistas nas áreas de ictiofauna (peixes), veterinária e engenharia de pesca e civil, com o intuito de que os mesmos atuem no Plano de Resgate das espécies do Rio Doce, cuja gestão é federal. “Queremos que o Governo Federal se sensibilize, este é o objetivo da carta”, destacou o secretário Rodrigo Júdice.

A retirada dos peixes já foi exigida à Samarco, por meio de auto de intimação enviado pelo Iema à empresa no início da semana e por meio de ação cautelar do Estado contra a Samarco, porém não há notícias do início da remoção dos animais pela empresa até o momento.

Sendo assim, o Governo do Estado se colocou à disposição para atuar no plano de ação coordenado pelo Instituto Brasileiro de Recursos Naturais e Renováveis (Ibama), além de solicitar também o apoio da Marinha do Brasil em função dos possíveis danos causados à foz do Rio Doce e ao mar.

É importante considerar que, tendo em vista o que vem ocorrendo em Minas Gerais, existe a possiblidade de soterramento de animais no leito do rio; contaminação dos peixes; impacto aos estoques pesqueiros; impedimento a captação de água; entre outros danos.

Comunicação | Governo do Espírito Santo

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