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quinta-feira, 26 novembro, 2015 - 8h01 | TRAGÉDIA EM MARIANA

Navio da Marinha leva especialistas a Regência

Iema realizou o Workshop para Enfrentamento dos Impactos Ambientais dos Rejeitos de Mineração na Bacia da Foz do Rio Doce para alinhar ações do Estado

   

Para alinhar as diretrizes que irão nortear os trabalhos do Estado com apoio do navio hidroceanográfico "Vital de Oliveira", foi realizado pelo Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) durante esta quarta-feira (25) o Workshop para Enfrentamento dos Impactos Ambientais dos Rejeitos de Mineração na Bacia da Foz do Rio Doce, com a presença de diversos especialistas e técnicos do Poder Público.

A embarcação será importante para mensurar os impactos da lama na foz do Doce e litoral do Estado.

A presença do Navio da Marinha em território capixaba foi um pleito do governador Paulo Hartung junto ao Governo Federal.

Ela está atracada no Cais Comercial de Vitória e parte nesta quinta-feira (26) para Regência, já com profissionais do Iema e de universidades, e retorna no dia 30 de novembro, pois pode ser que algumas análises tenham que ser feitas em terra. No dia 02 de dezembro, ele retorna para Regência.

“O NPqHo “Vital de Oliveira” estava realizando sua primeira missão em Fernando de Noronha e foi deslocado para o Espírito Santo”, afirmou o secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Rodrigo Júdice, complementando que é importante os técnicos do Iema, AGERH e Ibama, além de especialistas da academia e de ONGs atuarem em conjunto.

Thiago Guimarães/Secom-ES
NPqHo Vital de Oliveira atracado em Vitória, capital do Espírito Santo | crédito da foto: Thiago Guimarães/Secom-ES
NPqHo Vital de Oliveira atracado em Vitória, capital do Espírito Santo

“Temos que saber a extensão destes danos e os quantificar para que possamos cobrar mais medidas de ressarcimento e mitigação dos impactos. Os melhores profissionais do país estão no Espírito Santo agora para tratar deste assunto, para isso estamos aliando o trabalho da Marinha ao trabalho que vem sendo feito pelo Estado e seus parceiros”, disse.

O Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHO) ‘Vital de Oliveira’ é a mais moderna embarcação de pesquisa da Marinha do Brasil e se destaca pelo grande número de equipamentos científicos a bordo. O propósito é servir como Plataforma Marítima, Laboratório Oceânico e Laboratório Multiuso, sendo empregado prioritariamente em prol do monitoramento e caracterização física, química, biológica, geológica e ambiental de áreas oceânicas estratégicas.

O comandante do navio, Aluízio Maciel de Oliveira Júnior, informou que há 30 equipamentos de ponta na embarcação. “Um exemplo é o CTD Rossette para coleta de na água de diferentes camadas. Temos sonares a bordo com diversas frequências, sendo que as mais altas podem monitorar os sedimentos. Também é possível coletar amostras do fundo do mar. Temos uma série de pesquisadores, PHDs, com equipamentos e laboratórios e tudo isso em frente à foz do Rio Doce”, destacou.

“Ela irá monitorar em torno de 20 quilômetros da foz do Rio Doce. Quando ele retornar a Vitória trará informações sobre o comportamento dos sedimentos”, afirmou o capitão-de-guerra-e-de-mar, Marcos Aurélio de Arruda.

Workshop

Participaram técnicos do Iema, do Ibama, da Polícia Ambiental do Espírito Santo, do Projeto Tamar, do Corpo de Bombeiros, da Samarco, Comitês de Bacia Hidrográfica, representantes da Marinha, entre outros. Destaca-se ainda a participação da academia por meio da UVV, Unisantos, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e Rede Salesiana.

Os especialistas foram divididos em cinco grupos para traçar as linhas de atuação: Meio Antrópico; Meio Físico; Fauna e Flora; Ambiente Costeiro e Marinho; e Tecnologia em Tratamento.

Na última segunda-feira (23), durante visita a Linhares da ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e do presidente da Agência Nacional de Águas, Vicente de Andreu Guilho, foi anunciado que os pesquisadores do Governo Federal que estão atuando no Estado permanecerão por um período de 90 a 120 dias.

Sobrevoo

No sobrevoo realizado por técnicos do Iema nesta quarta-feira (25) foi identificado que a chamada ‘onda de lama’ deslocou-se 8 quilômetros ao sul, 20 quilômetros ao leste e 35 quilômetros ao norte da foz do Rio Doce. Cabe ressaltar que o deslocamento desta lama recebe influencia do comportamento das ondas e da direção do vento.

Secom ES

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