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quarta-feira, 21 novembro, 2012 21:17

Preço do combustível deve subir em 2013

morguefile.com
Vai ficar mais caro encher o tanque

O próximo ano pode ter um primeiro semestre pesado para as finanças da população. Com a possibilidade de ter a nota de risco rebaixada por agências especializadas, a Petrobrás está avaliando a possibilidade de aumentar o preço do combustível para 2013.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, o reajuste pode ser de 12% a 15%. A dúvida é se o mesmo acontecerá de uma vez, ou se a Petrobrás o fará semestralmente.

Supõe-se que o aumento do preço é necessário devido à defasagem em relação ao valor do combustível no comércio internacional.

Outro atenuante da medida seria a necessidade de emplacar novos investimentos, que só seriam possíveis, com os recursos desse aumento.

Caso a empresa não reajuste o preço, seria necessário um endividamento muito grande para dar conta dos novos projetos bilionários e dos que já foram iniciados. Como o último reajuste em junho deste ano não foi repassado aos consumidores, a Petrobrás precisou absorver o impacto por conta própria.

As eleições de 2014 também podem influenciar a antecipação do reajuste, visto que o governo não vai querer subir o preço em ano de pleito. Ou seja, o aumento vai compensar basicamente os anos de 2012, 2013 e 2014.

Tira e põe

Em contrapartida, a tarifa de energia elétrica deve ter queda no próximo exercício. O governo estuda um corte de 20% nos encargos, caso as companhias aceitem antecipadamente renovar suas concessões. Mesmo que a proposta não seja aceita, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, garante que fará outros esforços para reduzir o custo da energia. A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) é uma das que já declararam não aderir à proposta de renovação, pois investiu muito dinheiro nos últimos anos.

O governo segue confiante com a aceitação da proposta que ele mesmo avalia como boa. Os esforços para diminuir a tarifa fizeram com que a União deixasse de arrecadar milhões de reais em impostos. Ainda assim, a ideia é gastar mais de R$ 3 bilhões com projetos sociais na área de energia.

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