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quinta-feira, 16 maio, 2013 9:41

Síria no Brics

Ilustração
Formada pelo Brasil, Índia, África do Sul e China, além do gigante da Eurásia, a organização tem ganho notoriedade pela predisposição significativa de crescimento econômico

A informação realmente procede. A Síria pretende entrar para algum bloco internacional e a proximidade com a Rússia pode ser fundamental para ganhar a carteirinha de membro do Brics.

Formada pelo Brasil, Índia, África do Sul e China, além do gigante da Eurásia, a organização tem ganho notoriedade pela predisposição significativa de crescimento econômico.

A predisposição já é, na verdade, consolidação e basta seguir crescendo para que em breve os pertencentes cheguem a grandes potências mundiais na economia. A China já está lá.

Vivendo uma guerra civil há dois anos, a Síria pretende participar do bloco após resolver a crise. Esta, por sinal, ganha novos capítulos a cada dia. E a Rússia pode ser também uma apoiadora da reconstrução do país assim que a situação interna se estabilizar, de acordo com o site Ria Novosti (www.ria.ru).

A ironia, é que a própria Rússia é fornecedora de armamento ao país do Oriente Médio. Mas o ministro de Relações Exteriores, Sergei Lavrov, afirmou que não assinará novos contratos de fornecimento. Ele também garantiu que as armas são para a Síria se defender e isso é um direito dela.

O conflito tem causado graves danos à Síria, especialmente no que diz respeito à mortalidade. Segundo dados da ONU, mais de 80 mil pessoas morreram desde 2011 na guerra civil. Os números das Nações Unidas também apontam que 6,1 milhões de pessoas precisam urgentemente de ajuda humanitária.

Para a Síria entrar no Brics muita coisa precisa mudar. E o tempo não tem ajudado, visto que as expectativas de paz no território não são grandes. O pedido de ajuda do presidente Bashar al-Assad à cúpula do Brics que se reuniu na África do Sul em março não foi à toa. É uma forma de aproximação, mais por interesse econômico do que por vontade de acabar com a violação dos direitos humanos no país.

Caso o Brics rejeite a entrada da Síria, al-Assad já tem outra carta na manga. A opção seria ingressar na Organização para a Cooperação de Shangai (SCO, em inglês). A organização possui seis países membros: Cazaquistão, China, Quirguistão, Tadjiquistão e Uzbequistão.

Ah, e o sexto membro é a Rússia. Coincidência para alguns, estratégia para outros.

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