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quinta-feira, 27 junho, 2013 10:01

Estratégia empresarial

Marcio Karsten | Divulgação
Ferramentas de gestão podem melhorar a nação

Em alguns posts, tenho escrito que o Brasil não tem estratégia, não tem visão de futuro, que é um país que vive de planos de governo. E como dizem, só reclamar não adianta, tem que propor formas de correção

Começando bem do básico, segundo Michael Porter, existem três linhas estratégicas que uma empresa (país) pode seguir: Baixo Custo; Inovação (Diferenciação); e Atendimento (Relacionamento).

Não é preciso muito esforço para notar que o Brasil não se encaixa em nenhum destes modelos e, muito menos, na união de dois deles, que formariam um Oceano Azul, que é assunto para um outro post – me cobrem.

Se passarmos para um nível menos crítico, no Balanced Scorecard – ferramenta desenvolvida por Kaplan e Norton – existem os Temas Estratégicos, entre os quais, desenvolvem-se objetivos em quatro esferas/perspectivas: finanças, mercado, processo e pessoas.

E, apesar de a perspectiva financeira ser a primeira de cima para baixo (no modelo original), ela é somente reflexo (ou consequência) das ações e iniciativas realizadas nas perspectivas abaixo e do alcance das metas estipuladas para as demais perspectivas.

Então, a correta forma de olhar (ler) um BSC é da base para cima, a partir das pessoas. Melhorando as pessoas – com mais educação, mais qualidade de vida, mais saúde – pode-se pensar em melhorar os processos, que, em uma relação direta de causa-consequência, colaboram com a realização de objetivos de mercado, dentro de um Tema Estratégico (sustentabilidade, redução de custos, otimização dos lucros, valorização da marca, entre tantos outros).

Porém, indo contra todas as vertentes e estudos – numa clara evidência de “apagar incêndio” – a presidente anunciou, somente, estratégias operacionais para “aliviar as tensões” oriundas das ruas. Este não é o papel dela. O papel dela, de gestora de um país – e, por consequência – da maior empresa do país, deveria tratar dos assuntos estratégicos, que dizem respeito ao futuro da nação e seu povo.

Já que estamos vivendo um momento de – pelo menos, suposta – vontade de melhorar o Brasil, fica a dica, para que se comece a utilizar as ferramentas de gestão existentes para melhorar a nação como um todo, como fazem as grandes empresas mundiais (multinacionais). Um país não é muito diferente. O Governo Federal cuida das questões estratégicas, alinha as questões táticas com os Estados e deixando o operacional com os municípios. Puxa, olhando assim, fica até fácil.

Vamos repensar o Brasil? Contem comigo.

Até a próxima.

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Márcio Karsten Administrador com especialização em MBA Empresarial. Atua como consultor de empresas nas áreas de Estratégia Empresarial e Marketing, já tendo atendido organizações de diversos segmentos e portes. É, também, professor em cursos técnicos, palestrante, conferencista e articulista, com diversos textos publicados em sites e revistas especializadas.

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