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Rubéola

Campanha contra rubéola continua em 385 municípios mineiros

BELO HORIZONTE (06/10/08) - As localidades que ainda não atingiram a meta de cobertura na vacinação contra a rubéola devem permanecer vacinando a população. A orientação foi repassada nesta segunda-feira (6), pela Secretaria de Estado de Saúde (SES). O objetivo da campanha é vacinar 95% das pessoas, entre 12 e 39 anos. Minas alcançou até então 91,14%. A relação dos índices registrados pelos municípios está disponível para consulta no site do Programa Nacional de Imunizações (pni.datasus.gov.br).

“A Campanha de Vacinação contra Rubéola só se encerrará quando todos os municípios atingirem a meta mínima de cobertura vacinal. Recebemos esta determinação do Ministério da Saúde e já repassamos às secretarias municipais de saúde”, explicou a gerente de Vigilância Epidemiológica, Jandira Lemos.

Apesar de abaixo da meta, os números também são comemorados, já que alguns municípios ainda não atualizaram os dados finais. Esse percentual mostra que com a montagem de diversos postos volantes, divulgação das informações e participação de pessoas públicas surtiu o efeito esperado.

Até a última sexta-feira (3), 468 municípios do Estado (54,87%) já haviam alcançado o índice estipulado. “Neste momento, estas cidades devem iniciar o Monitoramento Rápido de Cobertura (MRC) de supervisão para comprovarem a cobertura vacina e assim conseguirem o certificado do processo de erradicação”, declarou a gerente.

No Brasil, a cobertura, até então, é 88,01%. Nenhum dos estados da federação atingiu, por enquanto, os 95%. Minas apresenta o oitavo melhor resultado. “Cabe ressaltar que a população do Estado, na faixa etária da campanha, é de 9.309.954. Entre aqueles com os melhores índices a maior parcela da população está no Maranhão, com pouco mais de 3 milhões de pessoas”, comparou.

Jandira Lemos, ainda ressaltou que devemos nos manter vigilantes. ”Estamos muito próximos de conseguir o objetivo maior que é eliminar a rubéola, e, conseqüentemente, a síndrome da rubéola congênita; para isso, o trabalho posterior à campanha é fundamental. Identificados os locais onde a cobertura foi mais baixa, é possível vacinar essas pessoas. Aproveito para lembrar a quem não se vacinou que a vacina continua disponível nos postos de saúde”, disse.

Monitoramento

Para quem atingiu a meta, o próximo passo é a realização do Monitoramento Rápido de Cobertura (MRC), ferramenta que será utilizada para verificar se determinada região está ou não com a cobertura compatível em relação aos índices registrados. “É uma estratégia de supervisão local e vai dirigir as ações complementares à campanha. Depois de definido os locais para o levantamento dos dados os serão visitados os domicílios e entrevistadas as pessoas de 12 a 39 anos que residem neste domicílio e que estejam presentes no momento da entrevista u deixaram seu cartão de vacinação”, explicou Jandira.

A população não vacinada responderá a algumas perguntas para uma melhor compreensão da situação. Esse grupo de pessoas determinará se sua não vacinação ocorreu em decorrência da falta de visitas das equipes de vacinação ou ausência no momento da visita, falta de tempo, falta de conhecimento a respeito da imunização, recusa por diversas razões, indicação médica, perda do cartão de vacinação ou outros motivos.

Uma avaliação do processo após a campanha é fundamental para a tomada de decisões. Com as taxas de cobertura em mãos, uma revisão sobre o cumprimento ou não da programação é realizada. “O MRC possibilita adotar medidas para vacinar aqueles que não foram imunizados, mesmo em áreas que tenham atingido a cobertura”, finalizou.


06/10/2008
Agência Minas
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