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Uberlândia / Cultura

quarta-feira, 14 janeiro, 2009 14:03

Canoeiros da Alma

“Canoeiros da Alma” é um espetáculo concebido a partir de várias leituras do universo dos moradores às margens do rio no Vale do Jequitinhonha. Esse rio não é o mesmo para cada um deles, seu significado pode trazer a idéia de vida, morte ou simplesmente ser indiferente. Os atores do “Coletivo Teatro da Margem”, grupo dirigido pelo professor Narciso Telles e formado por alunos e egressos do Curso de Teatro da Universidade Federal de Uberlândia, desvelam as sensações, impressões das experiências pelo grupo vivenciadas nesse contexto, e que constantemente pairam sobre as vidas das pessoas do Vale do Jequitinhonha. Histórias que não são vistas ou contadas, mas as que foram vividas, onde nada se pede á Deus, a não ser que os livre da indiferença.

O espetáculo será apresentado às 20h neste dia 17/01 na Escola Livre do Grupontapé de Teatro – Rua Tupaciguara, 471.

O Processo de montagem

A montagem do primeiro espetáculo com o Coletivo Teatro da Margem, constituído por 13 atores que praticam os viewpoints, fala sobre o universo ribeirinho do Vale do Jequitinhonha, mas especificamente sobre Santana do Araçuaí e Itinga.

Os viewpoints como procedimentos de criação foram desenvolvidos pela diretora norte-americana Anne Bogart. Eles são pontos de atenção que servem para o ator, tanto em montagem de cena, como treinamento, sendo que estes são processos para criação de repertório atorial.

Esse procedimento é dividido basicamente em dois grandes grupos: tempo e espaço.

O tempo é subdividido em: andamento, duração, repetição interna e externa, e a resposta kinestática ou cinestésica que é a prontidão, o imediato, o sem pensar, uma resposta espontânea. E a relação de espaço que pode ter como sinônimo as distâncias e foca os gestos, a forma, a arquitetura e o padrão de chão.

A maioria de nossos encontros envolve em um primeiro momento o estado de vazio de pensamento, mas em escuta para as interferências ou estímulos externos entrem nesse corpo pronto, vazio e em estado de atenção que é com o qual o trabalho começa.

Então começamos uma relação com tudo que nos estimula: sons e imagens.
Diante dessa maneira de trabalho de improvisação nasceu uma vontade de falar sobre o universo do rio.
Como esse estudo seria inviável de ser realizado na cidade de Uberlândia a opção escolhida pelo diretor Narciso Telles foi uma viagem ao Vale do Jequitinhonha, a mais de mil quilômetros do Triângulo Mineiro que contou com o apoio da Pró-reitoria de Pesquisa e Pós-graduação da Universidade Federal de Uberlândia (PROPP/UFU) e que nos forneceu vivências para a construção do espetáculo.

É necessária também a clareza de que essa viagem focava a busca de um material sensitivo e não material ou real. Portanto não são encontrados no espetáculo mimeses de pessoas do Vale e sim alguns personagens do ponto de vista dos atores.

Somando o processo dos viewpoints com a experiência das viagens surgiram alguns temas a serem trabalhados que geraram o espetáculo tal como ele está.

Ficha Técnica

Equipe técnica:

Dramaturgia – Luiz Carlos Leite
Direção – Narciso Telles
Produção – Adriana Moreira, Monique Alves, Pricilla Bello e Samuel Giacomelli
Concepção de iluminação – Camila Tiago e Nádia Yoshi
Operação de luz – Marina Ferreira Andrade
Operação de som – Daiane Costa
Cenário e Figurino criação coletiva.

Elenco:

Adriana Moreira
Afonso Mansueto
Camila Tiago
Jhonatan Rios
Lucas Dilan
Marcela Prado
Nádia Yoshi
Priscilla Bello
Samuel Giacomelli
Alba Jacobina

Secretaria Municipal de Cultura
Uberlândia / MG



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